As vezes somos tomados por uns momentos de nostalgia, num desses momentos que acabei percebendo e lembrando o quão era dura e sofrida a nossa vida antes dos aparatos tecnológicos. O quanto era duro escrever uma carta para uma pessoa que queríamos bem, quanto era duro prosear com os vizinhos. Nesses “tempos modernos” como diria o grande a um certo tempo atrás quando as filmagens era ainda em preto e branco, acabamos com varias coisas que nos proporcionavam certa diversão.
Certas vezes não lembramos o numero da nossa casa, muito menos a do vizinho, mas do email e das milhares de senhas de banco, emails, e de outras parafernalhas tecnológicas lembramos facilmente, certo que as vezes esquecemos e ficamos desesperados (muito desesperados), mas o que vemos é que a sociedade está se tornando cada vez mais centrada nesse rumo particular das telas dos computadores. Já vi até vizinhos de porta se comunicarem apenas por msn, aí nos perguntamos, por que diacho sai de suas gaiolas e vão pisar no barro e trocar um pouco de idéia falada? (por que não para de escrever um blog? rs).
Quantas vezes escrevia cartas a lápis e papel, e ficava tão feliz com isso (tudo bem que a letra era horrível), hoje em dia estamos preso a scraps, emails, e mensagem no powerpoint, algumas das oportunidades que temos de escrever com uma caneta, sim ainda existe caneta e lápis e não são tão difíceis de se achar não, é só olhar a sua volta que você vai achar muitas, era o momento de preencher o cheque, mas nem isso se pode mais, agora temos cartões eletrônicos que substitui o próprio dinheiro, e para os cheques tem agora a maquina que já preenche com o valor e tudo mais, então só resta lançar aquele borrão que você chama de assinatura e pronto! Mas isso tudo se aceitarem seu cheque logicamente!!
Agora, da próxima vez que você ver seu vizinho online convide-o para um buteco, ou coisa de gente normal. A...e deixe as teclas do computador e vá procurar papel e lápis(essa foi para mim também, bullsheat!)
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
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Foi para mim também. rs
ResponderExcluirAs frases seguintes de Gilberto Gil traduzem exatamente o que você argumenta.
"O cérebro eletrônico faz tudo
Faz quase tudo
Manda e desmanda
Mas ele não anda
Só eu posso pensar
Se Deus existe
Só eu posso chorar
Quando estou triste
Eu posso decidir
Se vivo ou morro por que
Porque sou vivo
Vivo pra cachorro e sei
Que cérebro eletrônico nenhum me dá socorro
No meu caminho inevitável para a morte."
Cada vez que você posta, tem um japonês estudando para entrar na USP! hauhauahauha Brincadeiras a parte...
ResponderExcluirNão falo com meus vizinhos nem por msn, fikdica! Não sou lá muito sociável, mas nem por isso deixo de ser educada =}
Eu ainda escrevo cartas [rá] entre outras coisas tbm.
E eu acho muito incrível essa coisa de há 20 anos atrás vc não ter a maioria das tecnologias que tem hoje e viver bem qdo atualmente se você fica sem alguma delas é quase a morte u.u
Beijo Dingles ;*
Confesso!
ResponderExcluireu me sinto de certa forma dependente dessa parafernalha tecnologica. Mas ainda guardo um certo romantismo em mim escrevo cartas, tudo bem, a maioria das vezes eu escrevo e transfiro pra um e-mail ou scrap, porém, ainda guardo um certo apego as coisas antigas como escrever a lápis...